Eu caio tanto que eu nem cheguei ainda no chão e já estou dando risada, porque os meus tombos são sempre idiotas. É sério. O primeiro tombo de que eu me lembro foi quando eu tinha 3 anos e dormi em um banco que ficava na garagem da minha casa, eu cai do banco, quebrei a clavícula e fiquei toda roxa. Viu? Um tombo ridículo e eu me quebrei toda.
Sabe quando você se balança só com as pernas de trás de cadeira? A minha professora da 4ª série ficava louca da vida quando alguém fazia isso na sala, então eu nunca tentei fazer isso antes. Mas teve um dia eu estava um pouco rebelde e resolvi tentar, viver na beira do perigo... sabe como é. Cai tão bonito que fiz um corte a cabeça e chamaram a minha mãe para ela me levar ao hospital. Vergonhoso.
E no ônibus então? Até já perdi as contas de quantas vezes eu já cai em cima de pessoas estranhas. . Tem coisa mais vergonhosa num tombo do que cair em cima de um estranho? Eu desconheço. Teve uma vez que o motorista fez uma curva bem fechada. O antiderrapante do chão não foi o bastante, nem as minhas mãos, o meu corpo ia cada vez mais para o lado e eu acabei quase em cima de uma senhorinha que estava sentada na minha frente. Precisavam ver a cara de surpresa que ela fez ao me ver tão perto. Mas isso não foi nada comparado à vez que eu estava andando até a porta para descer no próximo ponto e o ônibus parou bruscamente (antes do ponto, claro) e eu quase caí no colo de um homem. São por histórias como essas que eu odeio andar de ônibus.
O mais besta, para mim, é quando eu tropeço e quase caio. Quando isso acontece eu começo a dar risada e não paro mais – principalmente quando eu tropeço no nada. E quando você está subindo uma escada sem olhar para os degraus e o seu pé dá aquela topadinha no degrau de cima da escada e você quase cai? Sou doutorada nesse tipo de “quase tombo”. O tombo mais vergonhoso da minha vida aconteceu mais ou menos assim, só que eu estava descendo a escada. Estava no 1º ano do ensino médio, minha sala tinha sido dispensada mais cedo e eu e meus amigos descemos a escada conversando. Eu pisei em falso e desci uns cinco degraus de bunda. O pior nem foi cair, foi ouvir várias risadas (fora a minha) vindo atrás – os alunos de 3º ano também foram dispensados mais cedo e viram o meu pequeno espetáculo.
De tanto cair (ou quase cair) eu adotei um mantra para essas horas: se é para cair, que seja engraçado. Chega de ouvir as risadas dos outros, eu também quero rir das minhas quedas.
eu lembro bem do tombo do 1º ano.. haha
ResponderExcluirJuliandra